Com projeções otimistas para 2026, transportadoras enfrentam o desafio de expandir capacidade sem comprometer segurança, e a telemetria integrada surge como aliada estratégica para visibilidade operacional e prevenção de riscos.
O setor de transporte rodoviário de cargas encerrou 2025 em ritmo acelerado e iniciou 2026 com perspectivas favoráveis. Estimativas setoriais apontam que o modal rodoviário responde por cerca de 62% da movimentação de cargas no Brasil (Inserir fonte: CNT/IBGE/entidades setoriais), e analistas projetam crescimento de 3% a 5% no volume transportado para os próximos 18 meses, impulsionado pela recuperação do agronegócio, expansão do e-commerce e investimentos em infraestrutura.
Esse cenário positivo, no entanto, traz desafios proporcionais. Mais demanda significa mais quilômetros rodados, maior pressão sobre prazos e, consequentemente, maior exposição a riscos na estrada. Fadiga, distração ao volante, uso de celular e excesso de velocidade continuam entre as principais causas de acidentes com veículos pesados. Cada sinistro representa não apenas custo com reparo e seguro, mas paradas operacionais, multas, processos e perda de contratos.
Para crescer de forma sustentável, as transportadoras precisam de três coisas: planejamento, visibilidade e prevenção. E é justamente nesse ponto que a tecnologia embarcada deixa de ser diferencial e vira necessidade.
Telemetria e vídeo como ferramentas de gestão preventiva
É aí que entra a telemetria integrada com videotelemetria. A solução combina três camadas de inteligência: telemetria com leitura de dados CAN, que captura informações direto do veículo ,velocidade, frenagens, consumo, aceleração; SmartCameras com inteligência artificial, que identificam comportamentos de risco em tempo real como uso do celular, fadiga e falta de cinto; e videotelemetria, que une dados técnicos a imagens do momento exato de cada evento, permitindo análise precisa e treinamento baseado em evidências.
O mercado está aquecido, e isso é positivo. Mas crescer sem estrutura de gestão é assumir risco desnecessário. A tecnologia embarcada oferece ao gestor a capacidade de enxergar o que acontece na operação antes que vire problema ,e isso muda completamente a equação de custo, segurança e produtividade.
A aplicação é direta: com alertas em tempo real, gestores podem intervir antes que um comportamento de risco vire acidente. Com vídeos das ocorrências, é possível treinar motoristas de forma objetiva. Com dados consolidados, a tomada de decisão fica mais ágil ,seja para contestar multas, ajustar rotas ou negociar seguros com base em performance comprovada. Resultados variam conforme o perfil da operação, mas em diversos cenários documentados, frotas que adotam videotelemetria relatam reduções de até 40% nos índices de sinistralidade no primeiro ano.
Além disso, a solução atende a uma demanda crescente do próprio mercado. Clientes finais, seguradoras e órgãos reguladores estão cada vez mais exigentes em relação a compliance e rastreabilidade. Ter dados e vídeos auditáveis não é mais luxo, é requisito para competir em licitações, renovar contratos e proteger a operação juridicamente.
A perspectiva para os próximos dois anos é de oportunidade, mas também de responsabilidade. Transportadoras que investirem em gestão preventiva e tecnologia embarcada estarão melhor posicionadas para capturar a demanda crescente sem comprometer segurança, rentabilidade ou reputação. O momento exige visão de longo prazo ,e as ferramentas para isso já estão disponíveis.
Como a MICHELIN Connected Fleet apoia a operação
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